Festival Iguassu Inova: Vetorlog participa de um dos maiores encontros de tecnologia e sustentabilidade

Entre 22 e 25 de outubro de 2025, a Vertolog esteve presente na segunda edição do Festival Iguassu Inova, evento promovido pelo Itaipu Parquetec, Itaipu Binacional e Governo Federal, que se reafirmou como um dos maiores encontros de tecnologia e sustentabilidade do sul do Brasil.

Daniel Taketa, Diretor de Energia e Meio Ambiente da Vetorlog, participou do evento, que contou com a presença de aproximadamente 40 mil pessoas, mais de 616 mil interações no aplicativo oficial e contabilizou mais de 350 horas de programação, reunindo mais de 1.500 jovens cientistas.

Para Taketa, as soluções de medição de energia contribuem de forma fundamental com a sustentabilidade, além de proporcionar aumento no Retorno sobre Investimento. Ele comenta como essas inovações afetam o setor de telemetria e análise de dados para os setores elétrico e de águas.

Como as soluções de medição de energia contribuem com a sustentabilidade?

A medição de energia, quase em tempo real por unidade/turno/equipamento, torna o desperdício visível e mostra onde cortar. Ela tira carga da hora errada, assim a Gestão de Demanda (DR) aliada a sinais de preço deslocam uso fora da ponta, evitando o acionamento das térmicas.

Há melhora na qualidade da energia, com ajustes de fator de potência (FP) e harmônicas que reduzem perdas e multas. Além disso, é a base para eletrificar com responsabilidade, como carregamento de frotas e processos guiado por regras de horário mais baterias BESS (armazenamento).

Os dados, como relatórios automáticos (ESG) com queda de kWh, custo e emissões, provam o resultado das soluções de medições de energia. Por exemplo, na nossa Plataforma Emeter, alertas de ponta, mais rotinas de ajuste, reduziram a demanda em horários críticos, com trilha de auditoria.

Quais inovações têm tomado forma no setor?

São muitas as inovações, mas creio que podemos resumir em cinco principais:

  • Medição quase em tempo real. De leitura mensal para AMI 2.0 com edge analytics (anomalias antes da conta).
  • Interoperabilidade de verdade. Padrões e APIs: OPC UA, Modbus/TCP, MQTT, OCPP — medição conversa com BMS/SCADA/ERPs.
  • Flexibilidade como produto. BESS + DR remunerados por serviços ao sistema (arbitragem/ancilares).
  • Conectividade em qualquer cenário. Rádio de longo alcance (LoRaWAN), NB-IoT (IoT celular) e satélite para campo/indústria/remotos.
  • Segurança e confiabilidade. Criptografia ponta a ponta e sincronismo de tempo com trilha de auditoria “de faturamento”.

Como a tecnologia tem transformado o setor de medição?

Primeiramente, equipamentos para serviço contínuo evoluíram muito, com operação como SaaS: dashboards acionáveis, alertas e SLAs. Algoritmos orquestram quando carregar/descarregar BESS, ajustar HVAC e reduzir na ponta (humano no loop).

Também tem sido fundamental para o Retorno sobre Investimento (ROI), pois cada alerta mostra impacto em kWh, reais (R$) e emissões (KPIs claros). Tudo isso, promove maior integração com o negócio. A energia conecta-se à produção, frio, irrigação e meteorologia, propiciando decisões mais precisas no chão de fábrica e no campo.

Por exemplo, com a Emeter, nossos clientes automatizam janelas de carregamento, integram dados a ERPs/SCADA e, quando aplicável, cumprem requisitos regulatórios sem fricção.

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