Você sabia que a matriz energética do Brasil é praticamente inteira formada por fontes renováveis? Não é atoa que o país representa apenas 1% das emissões de gases do efeito estufa em todo o mundo! 

Falando de energia solar em específico, foi gerado mais de 1GW entre janeiro e outubro de 2022, ou seja, uma Usina de Itaipu a cada um ano e meio. Apesar disso, o Brasil não se saiu tão bem no cenário mundial: o desmatamento crescente fez o país retroceder no quesito ambiental, nos últimos quatro anos. 

Ricardo Baitelo, gerente de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), acredita que o Brasil tem tudo para se recuperar, ainda mais com a tendência de crescimento da geração solar, uma fonte de baixo custo e retorno rápido.

Se engana quem pensa que a energia solar tem impactos positivos apenas no meio ambiente. A demanda progressiva desse setor abriu diversas frentes de trabalho, e a previsão para 2023 é de mais de 300 mil empregos gerados, segundo a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

O CEO da Associação, Rodrigo Sauaia, defende a energia solar como uma das fontes mais competitivas do país e uma “alavanca para o desenvolvimento social, econômico e ambiental”. Que através dela, empregos e renda são criados, a matriz energética é diversificada e mais investimentos são gerados (em 2023, por exemplo, os investimentos do setor passarão dos R$50 bilhões).

Rodrigo Sauaia conclui que “O Brasil tem tudo a ganhar com esta fonte e está avançando para se tornar uma grande liderança mundial no setor, cada vez mais estratégico no mundo”

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