O Parque Tecnológico de Itaipu surgiu em 2003 com o objetivo de “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental”. Com o passar do tempo, as metas foram aumentando, objetivando impulsionar o turismo, economia, tecnologia e a sustentabilidade no Brasil e no Paraguai. 

Nesta nova gestão, o PTI-BR procura fazer parcerias com grandes empresas para alavancar o hub de inovação no município de Foz do Iguaçu, focando em empreendimentos turísticos, do agronegócio, energias renováveis, entre outros. 

Uma das primeiras empresas que firmaram um acordo com o Parque Tecnológico de Itaipu foi a Vetorlog, empresa de tecnologia, especializada em inteligência de medições, que atua no mercado corporativo de geradores, distribuidores e consumidores de energia elétrica.

O contrato conta com acesso a tecnologia mútuo entre ambas as partes. A princípio, o negócio é apenas para este ano, podendo ser prolongado durante os próximos meses.

As parcerias com a iniciativa privada, com a PTI, possuem diferentes formas de concretização. De acordo com o diretor de Negócios e Inovação, Rodrigo Régis de Almeida Galvão, elas podem ser realizadas através de editais, chamadas públicas ou renúncia fiscal.

“O PTI é cadastrado, por meio de sua incubadora, na Lei da Informática (Lei n° 8.248/1991), possibilitando que o nosso Centro de Empreendedorismo desenvolva soluções buscando criar experiências para os usuários/clientes das empresas âncoras por meio de startups ou empresas incubadas”, afirma Régis. “Também trabalhamos com a Lei do Bem (Lei n° 11.196/2005). Ela permite que projetos de inovação sejam desenvolvidos em parceria com uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que é uma expertise dos nossos centros de competências”, exemplifica.

O ecossistema de inovação do PTI-BR conta hoje com 19 projetos de aceleração, 24 startups incubadas e 6 condôminas. O parque conta, ainda, com 56 projetos de integração universidade-empresa em execução, com atuação de 142 bolsistas universitários; e está integrado ao Ecossistema Regional de Inovação do Oeste do Paraná (SRI) – Iguassu Valley, que abrange 117 startups.

Fonte: Jornal do Oeste (adaptado)